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Oi, amiga! Deixa eu te contar uma história que aconteceu aqui no interior, lá na serra alentejana.

Oi, amiga, deixa eu te contar o que aconteceu A matriarca rica, a Dona Maria da Silva, era a própria

Estás a brincar comigo, dissese Tânia, fitando Manuel Correia com os olhos tão abertos que pareciam duas

O telefone despertou a Vânia às cinco da manhã. Era de um número desconhecido. Sim respondeu Vânia, de

Lembrome, como se fosse ontem, dos dias em que eu, Margarida Silva, saía para o trabalho antes do nascer do sol.

Imaginem a cena. Eu, Maria Silva, mulher comum, já ganhei uns quilinhos e uma ruginha aqui e ali a vida

Vivi meio século à deriva, como se o tempo fosse um rio que eu navegava sozinha. Não, eu fui casada.

Filomena, vamos comer! Já chega de ficar deitada! ecoou, irritado, a voz do marido sobre a cabeceira.

No sonho, José permanecia só, a esposa já não existia; o parto final ainda lhe agarrava a alma como um

Bem, vocês já sabem como essas coisas acontecem. Aproximase o aniversário da sogra 60 anos.
